28/10/2022 às 16h04min - Atualizada em 28/10/2022 às 16h04min

Assédio eleitoral dispara 73% entre o primeiro e segundo turno

Amaral Rosa, estagiário sob supervisão de Yuri Siqueira, jornalista

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Foto: Antonio Augusto (Ascom TSE)
No Pará, o número de denúncias de assédio eleitoral teve um aumento de 73% desde segunda-feira (24), 7 dias antes do segundo turno das eleições.
 
O assédio eleitoral caracteriza-se pela concessão ou promessa de benefício ou vantagem, ameaças, violências físicas ou psicológicas, constrangimentos, humilhações que tem a finalidade de dirigir, influenciar ou manipular o apoio, manifestação política ou o voto de trabalhadores em candidatos nas eleições. Esse assédio pode ocorrer no local de trabalho, nas atividades externas relacionadas ao trabalho, no trabalho remoto ou nas redes sociais. Incluem ainda as situações de treinamentos, eventos, locais de descanso ou trajetos.
 
Segundo dados do Ministério Público do Trabalho (MPT), durante a campanha do primeiro turno, o Pará registrou apenas um caso de assédio eleitoral. Porém no segundo turno, foram registradas 15 denúncias até a segunda-feira (24), e chegando ao total de 26 denúncias nesta quinta-feira (27).
 
Em relação ao número de empresas denunciadas, o órgão contabilizava 11 há quatro dias. Agora, o número chega a 21.
 
O Pará é o segundo estado do Norte com mais denúncias, estando atrás apenas do Tocantins, com 49 denúncias.
 
DENUNCIE
 
Denúncias de assédio eleitoral podem ser registradas no site do Ministério Público do Trabalho (MPT), que atua em situações de desrespeito aos direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos de relevante valor social, no campo das relações de trabalho, ou pelo aplicativo "Pardal", disponível para Android e iOS.
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