STF considera lei que proíbe destruição de bens apreendidos inconstitucional

Por Jornal Pará-
2 Min

Divulgação/Ibama

Uma lei de Roraima que proíbe a destruição de bens particulares apreendidos por órgãos estaduais e pela Polícia Militar em operações ambientais no estado foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que já havia suspendido a lei em 2022.

 

O relator, o ministro Luís Roberto Barroso, considera que a lei estadual invade competência privativa da União e limita a efetividade da fiscalização ambiental, já que uma lei federal, a Lei de Crimes Ambientais, prevê a destruição de produtos e equipamentos apreendidos.

 

Os ministros acataram ações apresentadas pelo partido Rede Sustentabilidade e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a lei. A decisão foi unânime entre os ministros e votada em sessão virtual. D5v9Fq6LG_SV4vhAt1XTE6Qzc4Lu5fDO6tnjOhCEyFtDmK1Lw4qdVGc_sa7kqL-QsSgUB-fqxm0wG05rytfWlnTgFcuWJOmYCRHgrv_vtqk-0VT-7PFxim8AEenGFHa0i-KO8Oc-A_1ICqSlLT1Jlf0 NKP6lmi7eUJvSzHMuH6kOAkNEqmsSbbXKsiUv5Pv6vXGW8uh_3S9ybNfKFxR-q18UW9zQqLBuwXwiw_wNWd8pZv_bm4o1SFJ1teaATDIkcS3SquikJ_SxKFH0bFhC4cc52-vzB2eWwPHkqo3cN4Mxfg

 

A decisão foi tomada por conta das ações do governo federal em Roraima para desmontar a rede de garimpo ilegal no estado, em especial na Terra Yanomami. Equipes do Ibama, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Força Nacional de Segurança Pública têm destruído equipamentos e estruturas apreendidos que serviam de apoio aos garimpeiros.
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FONTE: Com informações da Agência Brasil