A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (3) a Operação Paroxismo para investigar fraudes em licitação e desvio de recursos no Hospital Geral Municipal de Macapá. O contrato alvo da apuração foi firmado em maio de 2024 por R$ 69,3 milhões.
Foram cumpridos 11 mandados em Macapá e dois em Belém (PA). Um dos investigados teria sacado cerca de R$ 9 milhões em espécie. Segundo a PF, o grupo usava entregas de dinheiro vivo e movimentações bancárias para ocultar a origem ilícita dos valores.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (3), a Operação Paroxismo para investigar possíveis fraudes em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de capitais envolvendo o Hospital Geral Municipal de Macapá, no Amapá.
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Segundo as apurações, o esquema criminoso teria contado com a participação de agentes públicos e empresários para direcionar o processo licitatório. O contrato, firmado em maio de 2024, foi orçado em R$ 69,3 milhões e previa obras de engenharia no hospital.
As equipes da PF cumpriram 11 mandados de busca e apreensão em Macapá e outros dois em Belém (PA). Há indícios de que um dos investigados chegou a sacar, em espécie, cerca de R$ 9 milhões.
De acordo com os investigadores, o grupo utilizava mecanismos de dissimulação patrimonial para ocultar a origem dos valores, como entregas físicas de dinheiro vivo e movimentações bancárias suspeitas.
Fonte: Ag. Brasil
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