Acidente com caminhão desgovernado na PA‑275 deixa cinco mortos e gera comoção no sudeste do Pará

Colisão ocorreu no trecho entre Parauapebas e Curionópolis, em área sob obras com sistema de “Pare e Siga”.

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Acidente com caminhão desgovernado na PA‑275 deixa cinco mortos e gera comoção no sudeste do Pará
Bariloche Silva
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Cinco pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas após um grave acidente na PA‑275, entre Parauapebas e Curionópolis, na tarde desta segunda-feira (28). Um caminhão carregado com cilindros de gás hospitalar perdeu o controle e colidiu com veículos que estavam parados devido a uma operação de “Pare e Siga” na pista. Entre as vítimas fatais estão a empresária Gabrielly Camargos, seu marido Lucas Carvalho, a professora Luciana Pontes, seu companheiro Carlos Frederico e Jéssica da Silva Paulino. Entre os feridos, está uma criança que permanece hospitalizada.

A tragédia gerou forte comoção em Parauapebas e levantou questionamentos sobre a segurança no trecho da rodovia, que possui grande fluxo de veículos e passa por obras. O motorista do caminhão fugiu do local e está sendo procurado pela polícia. As vítimas, fortemente ligadas à vida social, educacional e econômica do município, deixam uma lacuna na comunidade. As investigações seguem em andamento, e o caso repercute em toda a região sudeste do Pará.

Uma tragédia sem precedentes abalou Parauapebas nesta segunda-feira (28), após um grave acidente de trânsito na rodovia PA‑275, entre os municípios de Parauapebas e Curionópolis, tirar a vida de cinco pessoas e deixar outras cinco feridas. Entre as vítimas fatais estão nomes conhecidos da comunidade local: a empresária Gabrielly Camargos, seu esposo, o engenheiro civil Lucas Carvalho, a professora Luciana Pontes e seu companheiro Carlos Frederico, e Jessica da Silva Paulino. Outras quatro pessoas ficaram feridas no acidente, incluindo uma criança. O estado de saúde dos sobreviventes não foi informado até o momento.

De acordo com relatos de testemunhas e equipes de resgate, os veículos estavam parados na pista em razão de uma operação de “Pare e Siga”, implantada devido a obras na via, quando foram atingidos violentamente por um caminhão Volvo VM 270, carregado com cilindros de gás hospitalar. O veículo desgovernado colidiu primeiro com um Volkswagen Taos prata, onde estavam Gabrielly Camargos, seu esposo Lucas Carvalho, a professora Luciana Pontes e seu companheiro Frederico — todos morreram ainda no local. Em seguida, o caminhão atingiu um Peugeot 208 preto, onde estava a quinta vítima fatal, identificada como Jéssica Paulino, além de outras três pessoas, que ficaram feridas, incluindo uma criança do sexo feminino. Todos os feridos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal de Curionópolis. Outro caminhão, modelo VW 28.480, carregado com botijões de gás GLP, também foi atingido; o motorista tentou desviar para fora da pista, sofreu ferimentos e foi levado para atendimento médico, mas sobreviveu.

A Polícia Militar informou que o motorista do caminhão que causou o acidente fugiu do local sem prestar socorro. A empresa responsável pelo veículo seria a GAP, segundo testemunhas. A identidade do condutor ainda está sob investigação.

As vítimas eram pessoas fortemente ligadas à vida social, educacional e empresarial de Parauapebas. Gabrielly  Camargos era filha do empresário Gabriel Camargos, dono da rede de supermercados HiperSenna, e conhecida por sua simpatia e presença nas redes sociais. Lucas, engenheiro civil, atuava há mais de dez anos no município. O casal deixa dois filhos pequenos: João Gabriel e Maria Alice. Luciana Pontes, professora, também tinha forte vínculo com a comunidade escolar. Ela e o marido, Frederico, também estavam no Taos e perderam a vida na colisão.

A tragédia evidencia não apenas a dor de uma comunidade inteira, mas também levanta alertas sobre a vulnerabilidade de quem depende diariamente da PA‑275. A rodovia, principal eixo de ligação entre vários polos da região, registra fluxo intenso de veículos pesados e frequentemente apresenta riscos, especialmente em trechos de obras com sinalização improvisada.

As investigações seguem em andamento, e o caso repercute em toda a região sudeste do Pará.

 

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