Corretora desaparecida em Goiás gravava vídeo no elevador antes de sumir; corpo é encontrado e síndico do prédio é preso

Por
3 Min

RESUMO Sem tempo? Leia o resumo gerado por nossa IA

O desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, teve desfecho trágico após mais de um mês de buscas. O corpo da vítima foi encontrado em uma área de mata no município de Caldas Novas, no sul de Goiás. O caso, inicialmente tratado como desaparecimento, passou a ser investigado como homicídio pela Polícia Civil de Goiás.

Daiane foi vista pela última vez em 17 de dezembro de 2025, no condomínio onde tinha apartamento, quando imagens de segurança a registraram entrando no elevador e gravando vídeos com o próprio celular. Com o avanço das investigações, a polícia prendeu o síndico do prédio e o filho dele, apontados como suspeitos de envolvimento no crime. A apuração segue sob sigilo, e as autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre a dinâmica da morte.

O desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, teve um desfecho trágico após mais de um mês de buscas. O corpo da vítima foi encontrado em uma área de mata no município de Caldas Novas, no sul de Goiás. O caso, inicialmente tratado como desaparecimento, passou a ser investigado como homicídio pela Polícia Civil de Goiás.

Daiane estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025. Imagens do circuito interno de segurança do condomínio onde ela tinha um apartamento mostram a corretora circulando pelas áreas comuns do prédio naquela noite e entrando no elevador. Em vídeos que circulam nas redes sociais e fazem parte da apuração, Daiane aparece gravando imagens com o próprio celular enquanto está dentro do elevador.

Essas gravações são consideradas os últimos registros visuais da vítima com vida. Após descer ao subsolo do edifício, Daiane não voltou a ser vista. Não há imagens que indiquem seu retorno ao apartamento nem registros de que ela tenha deixado o condomínio.

Corpo localizado e prisões

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil de Goiás prendeu o síndico do condomínio onde Daiane Alves Souza tinha apartamento e o filho dele, ambos apontados como suspeitos de envolvimento no crime. Um funcionário do prédio também foi ouvido durante a apuração.

Até o momento, a polícia não divulgou a causa da morte nem esclareceu a dinâmica do homicídio. As circunstâncias em que a vítima permaneceu até ser localizada tampouco foram detalhadas. O inquérito segue sob sigilo.

Contexto anterior ao desaparecimento

Antes do desaparecimento, havia registros de conflitos entre Daiane e a administração do condomínio. A corretora havia relatado episódios de desentendimento e comportamentos que estavam sendo analisados pelos órgãos competentes. Esses fatos passaram a integrar a linha de investigação como parte do contexto que antecedeu o crime.

Também existe registro de ocorrência envolvendo Daiane no âmbito condominial, em meio a um ambiente descrito por pessoas próximas como marcado por tensão constante.

Comoção e repercussão

A confirmação da morte de Daiane causou forte comoção entre familiares, amigos e moradores de Caldas Novas. Durante semanas, a família mobilizou buscas e campanhas públicas em busca de informações sobre o paradeiro da corretora.

O caso reacende o debate sobre segurança em ambientes residenciais, conflitos internos em condomínios e a necessidade de atenção rápida das autoridades diante de denúncias e situações de risco.

A Polícia Civil informou que novas informações serão divulgadas conforme o avanço das investigações.

 

 

ACOMPANHE O JORNAL PARÁ

Quer ficar bem-informado sobre os principais acontecimentos do Pará e do Brasil? Siga o Jornal Pará nas redes sociais.

O JP está no Instagram, YouTube, Twitter e Facebook.