Tribunal de Justiça confirma legitimidade da presidência de Deuzita na COOMIGASP; veja decisão

A reitegração deve ser imediata

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Deuzita Rodrigues, presidente da COOMIGASP.

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O Tribunal de Justiça do Estado do Pará confirmou a legitimidade da presidência de Deuzita Rodrigues da Cruz à frente da COOMIGASP, determinando sua reintegração na sede da cooperativa. A decisão foi recebida pelos garimpeiros como um passo importante para pacificar o ambiente interno e abrir caminho para eleições mais estáveis, fortalecendo a imagem de Deuzita como favorita para liderar a entidade novamente. Os associados ressaltaram que sua gestão, apesar das perseguições, foi a que mais trouxe conquistas para a categoria, e que agora ela retorna com mais experiência e firmeza para defender a cooperativa.

Especialistas ouvidos pelo Jornal Pará destacaram ainda que a condução irregular que tentou afastar a presidente pode gerar responsabilizações judiciais, inclusive na esfera criminal. A Justiça, ao reconhecer a realidade dos fatos, deixou claro que práticas de manipulação de documentos ou tentativas de desestabilizar a direção da cooperativa não passarão impunes, servindo de alerta para o futuro da entidade.

Nesta terça-feira, 2/9/2025, o Tribunal de Justiça do Estado do Pará reconheceu a legitimidade da presidência de Deuzita Rodrigues da Cruz à frente da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (COOMIGASP), ao determinar a reintegração imediata da posse da sede da entidade, que havia sido tomada de forma irregular por membros da oposição.

Segundo garimpeiros associados ouvidos pelo Jornal Pará, essa decisão representa um marco importante para a pacificação da cooperativa, abrindo caminho para uma condução mais estável nas próximas eleições e para a nova diretoria.

Para os entrevistados, a decisão confirma aquilo que Deuzita sempre afirmou: que membros da oposição atuavam com o objetivo de persegui-la, mas que a Justiça reconheceria sua razão. "A vitória judicial mostra que a nossa presidente sempre esteve certa e que não deveria ter sido afastada de suas funções", disse um associado.

Especialistas ouvidos pelo Jornal Pará alertaram ainda para a possibilidade de responsabilização judicial, inclusive na esfera criminal, daqueles que usaram documentos de forma indevida para manipular a verdade e retirar a presidente do cargo.

Segundo os especialistas, a forma como foi conduzida a retirada irregular da presidente pode ocasionar sérios problemas judiciais para os envolvidos. Agora, com o Tribunal de Justiça já conhecendo a realidade de como as coisas ocorrem na Cooperativa, ficará mais fácil identificar e coibir tentativas irresponsáveis de desestabilizar as gestões futuras.

Apesar das dificuldades enfrentadas, os garimpeiros destacam que a gestão de Deuzita foi a que mais trouxe conquistas concretas para a categoria, mesmo em meio às pressões e perseguições sofridas ao longo dos anos. Agora, acreditam que, com a experiência acumulada, ela terá mais firmeza para defender seus direitos e conduzir a COOMIGASP com maior produtividade.

Entre os associados, cresce a percepção de que Deuzita se torna a favorita para vencer a próxima eleição e iniciar um novo mandato, livre das turbulências do passado e com mais força para avançar em benefícios à categoria.

Veja a íntegra da decisão do Tribunal de Justiça:

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