STF dá continuidade ao julgamento de Bolsonaro e aliados

Defesas apresentam sustentações orais após fala da PGR e do relator

Por
2 Min

Ag. Brasil

RESUMO Sem tempo? Leia o resumo gerado por nossa IA

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta terça-feira (2) o julgamento que pode condenar Jair Bolsonaro e mais sete aliados por tentativa de golpe após as eleições de 2022. Pela manhã, o relator Alexandre de Moraes apresentou o histórico do processo e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a condenação dos réus. À tarde, os advogados de defesa iniciaram as sustentações orais, com destaque para Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e também delator. O julgamento terá oito sessões e a votação dos ministros deve começar apenas nas próximas etapas.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta terça-feira (2), o julgamento que pode levar à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete acusados pela tentativa de reverter o resultado das eleições de 2022. O grupo é apontado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como parte central da suposta trama golpista.

Leia também: Justiça reduz penas de réus no caso Boate Kiss

A sessão foi aberta pela manhã com a leitura do relatório do ministro Alexandre de Moraes, que apresentou o histórico do processo desde as investigações até as alegações finais. Em seguida, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a condenação de todos os réus.

O julgamento foi interrompido para o almoço e teve sequência à tarde, com a participação das defesas. Cada advogado tem até uma hora para as sustentações orais. A primeira fala é da defesa de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que figura no processo como réu e delator.

O STF reservou oito sessões para analisar o caso, programadas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro. A expectativa é que os primeiros encontros sejam dedicados às manifestações da PGR e das defesas, enquanto a votação dos ministros deve ocorrer nas próximas sessões. As penas, caso haja condenação, podem ultrapassar 30 anos de prisão.

Fonte: Ag. Brasil

ACOMPANHE O JORNAL PARÁ

Quer ficar bem-informado sobre os principais acontecimentos do Pará e do Brasil? Siga o Jornal Pará nas redes sociais.

O JP está no Instagram, YouTube, Twitter e Facebook.