Justiça reduz penas de réus no caso Boate Kiss

Condenados seguem presos após decisão do Tribunal de Justiça do RS

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Ag. Brasil

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O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul reduziu as penas dos quatro condenados pelo incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria, que deixou 242 mortos em 2013. As condenações passaram a 12 anos para os ex-sócios da boate, Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, e a 11 anos para o vocalista Marcelo de Jesus e o produtor Luciano Bonilha. Apesar da diminuição, todos continuam presos. O julgamento ocorreu após recurso das defesas, mas o TJRS rejeitou a anulação do júri de 2021 e manteve a condenação.

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) decidiu, na última terça-feira (26), reduzir as penas dos quatro condenados pelo incêndio na Boate Kiss, ocorrido em 2013, em Santa Maria (RS). A tragédia deixou 242 mortos e mais de 600 feridos, tornando-se uma das maiores do país.

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Com a decisão, as penas de Elissandro Callegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, ex-sócios da boate, foram diminuídas para 12 anos de prisão. Já o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos, e o produtor musical Luciano Bonilha tiveram suas condenações ajustadas para 11 anos.

No julgamento realizado em 2021, Elissandro havia sido condenado a 22 anos e seis meses, Mauro a 19 anos e seis meses, enquanto Marcelo e Luciano receberam penas de 18 anos cada. Apesar da redução, todos permanecem presos.

Julgamento no TJRS

A análise foi feita pela 1ª Câmara Especial Criminal do TJRS, a partir de um recurso das defesas. Os advogados pediram a anulação do júri anterior, alegando que a decisão teria sido contrária às provas apresentadas. Também solicitaram a diminuição das penas.

O pedido foi atendido parcialmente, apenas no ponto referente à redução da condenação, com base no voto da relatora, desembargadora Rosane Wanner da Silva Bordasch.

Durante a sessão, o Ministério Público defendeu a manutenção integral das penas aplicadas no júri de 2021.

Fonte: Ag. Brasil

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